Isso mesmo! Todos os dias nos deparamos com grandes empresas que dispõem de uma gama gigantesca de linguagens de desenvolvimento unidas, a Factory Tech não é nada diferente!
Hoje a “Factory” está enfrentando um grande dilema, “devemos fechar um limite de linguagens”, ao fazer isso, inúmeros questionamentos são levantados instantaneamente, entre eles como, “O que deveremos descontinuar”, “Custo”… Vamos adiante.
Seguir o mercado pode ser uma boa pedida nesse momento. Mas qual mercado? Nossa empresa é diferente de todas (temos um ERP, temos sistemas de engenharia, temos batch, o lendário cobol e a HPUX).
Não importa! Sistemas não mudam processos indiferente do que é usado para desenvolve-lo, eles apenas automatizam os processos. FATO
Então qual será nosso foco? Alguns temas na mesa! Plataforma, portabilidade, escalabilidade, manutenabilidade, qualidade e o mais importante para o PO, o famoso CUSTO.
Complicado? Sim, impossível? Nunca.
Passos iniciais:
*Prioridade;
*Complexidade;
*Sistemas 24/7;
*Mao de obra;
*Plataforma;
*Custo (Mão de obra);
Esses filtros iniciais servem para filtrarmos as escolhas futuras, sou um fã da plataforma Microsoft conheço inúmeros casos de sucesso de migração de sistemas. Trabalho atualmente com a metodologia Ágil ( nada melhor para casos assim), mas nunca iremos esquecer no mundo open source! Porem, ao abrir as portas cairemos num loop infinito novamente, perderemos o foco ao portar o nosso pátio de sistemas.
No próximo post continuarei sobre os passos iniciais.
Até breve
Escrito por fdantas 


