*PO* Multi-linguagens – Parte I

setembro 17, 2009

Isso mesmo! Todos os dias nos deparamos com grandes empresas que dispõem de uma gama gigantesca de linguagens de desenvolvimento unidas, a Factory Tech não é nada diferente!

Hoje a “Factory” está enfrentando um grande dilema, “devemos fechar um limite de linguagens”, ao fazer isso, inúmeros questionamentos são levantados instantaneamente, entre eles como, “O que deveremos descontinuar”, “Custo”… Vamos adiante.

Seguir o mercado pode ser uma boa pedida nesse momento. Mas qual mercado? Nossa empresa é diferente de todas (temos um ERP, temos sistemas de engenharia, temos batch, o lendário cobol e a HPUX).

Não importa! Sistemas não mudam processos indiferente do que é usado para desenvolve-lo, eles apenas automatizam os processos. FATO

Então qual será nosso foco? Alguns temas na mesa! Plataforma, portabilidade, escalabilidade, manutenabilidade, qualidade e o mais importante para o PO, o famoso CUSTO.

Complicado? Sim, impossível? Nunca.

Passos iniciais:

*Prioridade;

*Complexidade;

*Sistemas 24/7;

*Mao de obra;

*Plataforma;

*Custo (Mão de obra);

Esses filtros iniciais servem para filtrarmos as escolhas futuras, sou um fã da plataforma Microsoft conheço inúmeros casos de sucesso de migração de sistemas. Trabalho atualmente com a metodologia Ágil ( nada melhor para casos assim), mas nunca iremos esquecer no mundo open source! Porem, ao abrir as portas cairemos num loop infinito novamente, perderemos o foco ao portar o nosso pátio de sistemas.

No próximo post continuarei sobre os passos iniciais.

Até breve


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